Convite-MeA_web HABITAR A COLECÇÃO 27 MAR | 18 MAI de 2014 com | with Ana Martins, Ana Pérez-Quiroga, Ana Vieira, Carla Cabanas, João Queiroz, João Paulo Serafim, Jorge Queiroz, Luciana Fina, Julião Sarmento, Sara & André comissariado por | curated by Colectivo de Curadores O Colectivo de Curadores, em colaboração com a Casa-Museu Medeiros e Almeida, tem muito gosto em convidar para a inauguração dia 27 de Março de 2014 pelas 18:30h da exposição colectiva “Habitar a Colecção”, apresentando também a nova versão da plataforma www.projectomap.net – Mapa de Artistas de Portugal. http://www.casa-museumedeirosealmeida.pt/ “Habitar a Colecção” é um projecto curatorial que cruza o presente e o passado, criando um diálogo surpreendente entre arte contemporânea e o universo pessoal de António Medeiros de Almeida, nos espaços da sua colecção, outrora sua residência por mais de 30 anos. A exposição, desenvolvida no âmbito do ProjectoMap – Mapa de Artistas de Portugal, apresenta obras dos artistas Ana Martins, Ana Pérez-Quiroga, Ana Vieira, Carla Cabanas, João Queiroz, João Paulo Serafim, Jorge Queiroz, Luciana Fina, Julião Sarmento e da dupla Sara e André. Patente até dia 18 de Maio de 2014 será complementada com uma série de visitas guiadas e encontros com os artistas. No próprio dia 27 de Março será ainda apresentada a nova versão da plataforma online projectomap.net – projecto inédito de pesquisa e divulgação da arte contemporânea, que acolhe hoje mais de 160 artistas contemporâneos activos em Portugal. O site, acessível desde 2011, proporciona uma nova secção dedicada às visitas de atelier de artista realizadas nos últimos três anos pelo Colectivo de Curadores, e mostra imagens do espaço de trabalho dos artistas e excertos da entrevista realizada durante as visitas. Esta nova secção da plataforma permite um olhar privilegiado sobre um espaço muitas vezes privado e inacessível, epicentro das práticas de criação dos artistas do ProjectoMap.

Expo Arquivos secretos

Exposição colectiva “Arquivo Secretos” no Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa
Patente ao público de 12 outubro a 30 novembro 2012

O Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico entendeu ser a altura adequada para pôr à vista de todos muito do que, sem ser secreto, se tem mantido desconhecido da população.

Com o sentimento de que a história arquivada de pouco serve se a sua existência não for conhecida e ainda com a ideia, peregrina para muitos, de que a tradição ainda deve ser o que sempre foi, tem em mostra pública uma exposição a que chamou “Arquivos Secretos” e que mostra, através da visão de 18 artistas plásticos, muito do que historiadores, cientistas ou simplesmente o público interessado, podem encontrar de extraordinário no imenso espaço de arquivos espalhado pelos vários locais ocupados pelo Arquivo Municipal.

Inauguração da Exposição “Arquivos Secretos” from Câmara Municipal de Lisboa on Vimeo.

Exposição individual de João Paulo Serafim no CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura

Inauguração / Opening
14 de Julho às 18h00

15.07-29.07.2012 (14:30-19:00)

O vídeo de João Paulo Serafim “A Possibilidade de uma Fuga” é apresentado na galeria #3 do CAAA (Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura) em Guimarães, Capital Europeia da Cultura 2012

Transpondo as fronteiras da fotografia e do plano bi-dimensional, o artista integra o espaço, a dança e a imagem em movimento para criar um diálogo entre campos artísticos e media diferentes. Através do registo vídeo, João Paulo Serafim cruza as artes plásticas, a criação teatral a dança e o cinema. Nesta versão do vídeo que já fora apresentado em 2011 no espectáculo « Fuga sem fim » o artista põe em causa a habitual narrativa ligada ao cinema e através de sucessão de planos, da dupla projecção e da repetição aliada a aleatoridade, cria uma atmosfera performativa e infinita.

Um longo corredor, como se de um ponto de fuga se tratasse, é central nesta obra, um arquivo com estantes repletas de caixas arquivadoras e livros de registo –aparentemente – marca o nosso campo de visão e a acção que nele se desenvolve. A cenografia e a coreografia que aqui acontecem e interagem, propõem levar-nos a questionar, de uma forma poética e súbtil, a nossa relação com a memória e o registo da memória colectiva, temáticas também centrais na obra do artista.

Curadoria : Projectomap

Local / Place

CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura
Rua Padre Augusto Borges de Sá,
4810-523 Guimarães, Portugal
google maps
geral@centroaaa.org
www.centroaaa.org
253 088 875

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Estreia em Lisboa do video “FUGA SEM FIM #2″ na Galeria Baginski no dia 11 de Janeiro de 2012 das 19h00 às 21h00.
Realizado em 2011 e que se insere na presente mostra de João Paulo Serafim
” A colecção é uma forma prática de memória ( Arquivos do MIIAC).
16.11.2011 a 12.01.2012

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Nesta mostra João Paulo Serafim dá a conhecer parte dos arquivos do MIIAC , que tem como como missão a preservação, organização e revisitação de um espólio iconográfico neste caso fotografias anónimas que foram doadas, adquiridas ou simplesmente encontradas. Esta proposta de arquivo aparece numa prática diária que se mantém a longo de anos, a necessidade de resgatar imagens condenadas ao esquecimento tornou-se imperativo para o artista. Num segundo tempo o artista propõe um percurso pela ideia de “Arquivo” num sentido mais lato, espaços que representam depósitos de memórias, tais como acervos, reservas, bibliotecas, armazéns, palacetes, museus … O que interessa ao artista é a possibilidade ficcional e de memoria colectiva destes materiais e o cruzamento de varias linguagens e que se prolonga no site do MIIAC

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Para a Companhia Instável estreia no Centro Cultural Vila Flor, no dia 4 de Novembro às 22:00, a mais recente peça da companhia, dirigida por Victor Hugo Pontes, a partir de uma ideia de João Paulo Serafim.

A fuga é um impulso recorrente no ser humano, com reminiscências ancestrais e projecções futuras – o homem foge desde sempre, quer seja de um território, de uma circunstância histórica, das outras pessoas, da guerra, do compromisso, da miséria, do amor, de si próprio. Fuga Sem Fim centra-se na reflexão sobre o acto criativo, quer enquanto «artefacto», «construção deliberada», «ficção», «simulacro de realidade», quer enquanto procura de uma saída, de várias respostas, da ideia de fuga como exemplo de afirmação – e do seu contrário.

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Composta por obras da colecção do CAM, esta exposição propõe um espaço alternativo de reflexão, com uma selecção de obras ancorada no imaginário adolescente, com as suas angústias, perturbações e fantasias, mas também ligada às questões da identidade e da sua determinação neurobiológica, cultural e psíquica. Inclui obras de artistas como Ana Jotta, João Pedro Vale, Noé Sendas, Nuno Cera, Paula Rego, Sérgio Pombo e Teresa Magalhães, entre muitos outros.

Curadoria: Leonor Nazaré

Exposição está associada ao Fórum Gulbenkian Saúde 2011 (dias 25 e 26 de Outubro), dedicado ao tema “Labirintos da Adolescência — Roads to Whatever”.

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O Consolo da Pintura

Definir o que constituía uma pintura costumava ser um exercício bastante elementar: tinta sobre uma superfície plana e circunscrita – tela ou madeira. Simples. Actualmente, esta definição parece obsoleta ou, pelo menos, bastante incompleta. Deixou de ser possível afirmar o que é pintura utilizando estes termos: o Cubismo, por exemplo, demonstrou-nos que é possível substituir a tinta por outros materiais, como recortes de jornal, continuando a pintura a ser pintura; e também a superfície plana foi há muito questionada (basta pensarmos nos quadros-relevo de Picasso ou nas obras de Rauschenberg). O que faz, então, uma pintura ser uma pintura? Esta questão, que foi talvez das mais centrais e centralizadores de toda a epopeia modernista, continua a ocupar um lugar determinante nas preocupações artísticas contemporâneas.
Num texto seminal da historiografia da arte, The End of Art, Arthur C. Danto defendeu a morte da arte enquanto definida por critérios rígidos e centrados em torno de uma narrativa evolutiva de progresso. Foi este teórico quem, mais tarde, avançou com a expressão “arte-depois-da-morte-da-arte”, cujas exactas definição e estrutura são, a seu ver, ainda desconhecidas. O surgimento deste conceito não equivale à exaustão da arte ou, em particular, da pintura, mas exactamente ao inverso. É precisamente a vitalidade que se testemunha na pintura, a sua capacidade de se questionar a si mesma e, de forma inigualável, de se reinventar que levou Danto a criar esta conceptualização. Afirma Yve-Alain Bois, no seu livro Painting: the task of mourning, que, “se alguma pintura está por vir, se novos pintores estão ainda por conhecer, eles surgirão pelos caminhos menos esperados.”
São estes ‘caminhos menos esperados’ que são apresentados nesta exposição. uma exposição sobre a pintura mas sem pintura. Sobre a história da pintura mas profundamente actual. Uma exposição de canibalismo histórico, uma vez que a maior parte das obras aqui apresentadas (umas de forma mais directa do que outras) se apropriam de obras ou momentos específicos da história da pintura.
O título reflecte a ideia de que a longa tradição a pintura oferece ao artista contemporâneo (quer este seja pintor, escultor, fotografo…) um consolo de não se sentir só, ou desamparado. Há atrás de si uma longa lista de artistas e de obras que proporcionaram o lugar que hoje ocupa.
Disse Duchamp que a Arte é um jogo entre todas as pessoas e todas as épocas. E é exactamente este exercício que se joga nas salas do Espaço Tranquilidade.

Filipa Oliveira

Espaço Arte Tranquilidade – Rua Rodrigues Sampaio nº 95

Até 7 de Abril, o Espaço Arte Tranquilidade, em Lisboa, recebe “O Consolo de Pintura”, mostra colectiva de sete artistas

Trabalhos que “se apropriam de obras ou momentos específicos da história da pintura”. É assim que Filipa Oliveira, curadora da exposição “O Consolo de Pintura”, define a série de trabalhos de sete artistas das galerias Baginski, Filomena Soares e Miguel Nabinho, que pode ser vista até 7 de Abril no Espaço Arte Tranquilidade. Ana Jotta, Carlos Correia, Freek Wambacq, João Paulo Serafim, João Pedro Vale, Miguel Ângelo Rocha e Rodrigo Oliveira são os artistas representados.

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«A Culpa Não é Minha» é o título da mais recente exposição que vai estar patente no Museu Colecções Berardo, no CCB, entre 13 de Setembro de 2010 e 9 de Janeiro de 2011. Ao todo são mais de 400 obras cedidas pelo coleccionador privado António Cachola. Esta colecção, considerada uma das maiores de arte contemporânea portuguesa, reúne obras como a que dá nome à exposição: «A Culpa Não é Minha», de João Pedro Vale.
A colecção António Cachola, em depósito no Museu de Arte Contemporânea de Elvas, será apresentada pela primeira vez em Lisboa e pretende espelhar o panorama artístico contemporâneo português através da observação de obras de artistas de plano internacional, de que se contam, entre outros, Rui Sanches, José Pedro Croft, Manuel Rosa, Pedro Proença, Xana, Ângela Ferreira, Pedro Calapez, Manuel Botelho, Edgar Martins, Francisco Vidal, Sofia Areal, Ana Vidigal e João Paulo Serafim entre outros artistas.