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© MIIAC/JPS

40 Napoli: Museo delle Sculture, Ercole Farnese. Imagem Estereoscópica Sec. XIV (1870) Colecção do MIIAC.

PRINCÍPIO TAUTOLÓGICO (Exposição)
Cristina Garrido, Daniel Barroca, Igor Jesus, Javier Nuñez Gasco, João Ferro Martins, João Paulo Serafim, Paolo Chiasera, Sara e André e Los Torreznos.Curadoria de Bruno Leitão

22.05 a 20.06.2015
Abertura do HANGAR
Exposições – Ateliers – Residências – Workshops – Investigação
Rua Damasceno Monteiro, 12, 1170-112 LisboaAbertura Oficial do HANGAR Centro de Investigação Artística com a primeira de uma série de exposições e actividades em torno da autoreferencialidade e da crítica institucional como forma de problematizar o próprio sistema de criação e exposição das Artes Visuais.Inauguração da exposição Princípio Tautológico com trabalhos de Cristina Garrido, Daniel Barroca, Igor Jesus, Javier Nuñez Gasco, João Ferro Martins, João Paulo Serafim, Paolo Chiasera, Sara e André e uma performance de Los Torreznos.O HANGAR é um Centro de Investigação Artística, um projecto experimental, de reflexão sobre práticas e processos artísticos na área das artes visuais. É um espaço de convergência de diversas áreas e processos criativos contemporâneos e um ponto de confluência de várias geografias, tendo como pano de fundo a cidade de Lisboa. As actividades a desenvolver no HANGAR enquadram-se nos seguintes eixos programáticos: Exposições, Residências Artísticas, Programa de Participação (Serviço Educativo) e Programa de Investigação (Seminários e Edição).
——english version——
HANGAR opening
Exhibitions – Artists Studios – Residencies – Workshops – ResearchOficial Opening of the HANGAR Centre for Artistic Research with the first of a series of exhibitions and activities around self-referenciality and institucional critique as a way to question the system of creation and exhibiting of Visual Arts.Opening of the exhibition PríncipioTautológico with works by Cristina Garrido, Daniel Barroca, Igor Jesus, Javier Nuñez Gasco, João Ferro Martins, João Paulo Serafim, Paolo Chiasera, Sara e André e uma performance de Los Torreznos.Curated by Bruno Leitão

Apoios e Parcerias | Supporters and Partners

Programa BipZip Parcerias Locais | Direcção Municipal de Cultura da Câmara Municipal de Lisboa | Fundação Calouste Gulbenkian | Triangle Network | Gasworks | Junta de Freguesia de São Vicente | Planeta Tangerina | Orfeu Mini | MUSA | Indústria Portuguesa de Tipografia | Artéria Arquitectura e Reabilitação Urbana | Centro de Estudos Comparatistas | Beyond Entropy

JOÃO PAULO SERAFIM
14 Março – 17 horas
Visita guiada à exposição COSMOS_ Sobre Arte, Ciência & Óptica
Entrada Livre
https://www.facebook.com/events/1620977328134803/
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Cosmos 3 convite

 

 

BAGINSKI, GALERIA / PROJECTOS
rua capitão leitão, 51-53
1950-050 lisboa
t. 21 3970719

www.baginski.com.pt
contact@baginski.com.pt

Cosmos 3 convite
COSMOS_Sobre Arte, Ciência e Óptica

João Paulo Serafim

BAGINSKI, GALERIA / PROJECTOS

06.02 / 21.03.2015

 

Este projecto tem por base as revistas ilustradas do final do Séc. XIX e início do Séc. XX, nas quais se pretendeu
divulgar o conhecimento científico de uma época, tornando-o acessível ao grande público. O MIIAC, que
conta, na sua biblioteca, com algumas destas revistas de grande circulação, publicadas um pouco por todo o
mundo, propõe trabalhar a partir dos seus arquivos para construir novas realidades, revisitando alguns dos temas
científicos, mas também trabalhando a qualidade ficcional que estes materiais podem sugerir. Um dos temas
centrais desse trabalho será a óptica, que João Paulo Serafim trabalha intrinsecamente enquanto autor
que sempre usou a fotografia no seu percurso artístico. Nesta instalação, o autor propõe uma reflexão sobre o
fenómeno de percepção e formação da imagem trabalhando os temas da Astronomia, Física e dispositivos de visualização
ligados à imagem do Séc. XIX. Uma das características que estas revistas têm é uma abordagem muito
lúdica a esses temas, recorrendo a experiências científicas, jogos e truques de ilusionismo. É nesta zona de
indefinição que o autor se pretende colocar, com um trabalho sobre o discurso científico e o arquivo, mas também
sobre o discurso artístico, um olhar enciclopédico de uma determinada época. A de hoje e a de então…

Agradecimentos:
Inês, Camila, Ema, José António Leitão, Duarte Amaral Netto, Claudia Varejão, Hugo Rodrigues Cunha, Joaquim Justo, José Ribeiro, Délio Jasse,
Filipe Folhadela, Valter Ventura, José Cunha, José Soudo, Arlinda Lopes, David Pontes, Victor de Jesus, O Planetário Calouste Gulbenkian da
Marinha nas pessoas do Capitão Fernando José da Silva Coelho, Tenente Luís Pita, Jorge Farinha e o Instituto Politécnico de Tomar.

Apoios:
Centro de Arte e Imagem – Galeria do IPT
IPT – Instituto Politécnico de Tomar
Planetário Calouste Gulbenkian da Marinha

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COSMOS _ sobre Arte, Ciência & Óptica

Exposição individual que inaugura esta quarta feira dia 03 de Dezembro de 2014
pelas 18h30 e estará patente até ao dia 11 de Janeiro de 2015 no Centro de Arte e Imagem – Galeria IPT em Tomar.

Quinta a Domingo 10h30 _ 12h30 / 14h00 _ 18h00
Av. Cândido Madureira, Tomar ( no centro histórico )
249 346 361 / cai_galeria@ipt.pt

Este projecto tem por base as revistas ilustradas do final do Sec. XIX e inicio do Sec. XX., nas quais se pretendeu divulgar o conhecimento científico de uma época, tornando-o acessível ao grande publico. O MIIAC, que conta, na sua biblioteca, com algumas destas revistas de grande circulação, publicadas um pouco por todo o mundo, propõe trabalhar a partir dos seus arquivos para construir novas realidades, revisitando alguns dos temas científicos, mas também trabalhando a qualidade ficcional que estes materiais podem sugerir. Um dos temas centrais desse trabalho será a óptica, que João Paulo Serafim trabalha intrínsecamente enquanto autor que sempre usou a fotografia no seu percurso artístico. Nesta instalação, o autor propõe uma reflexão sobre o fenómeno de percepção e formação da imagem trabalhando os temas da Astronomia, Física, Química e dispositivos de visualização ligados à imagem do Sec.XIX. Uma das características que estas revistas têm é uma abordagem muito lúdica a esses temas, recorrendo a experiências cientificas, jogos e truques de ilusionismo. É nesta zona de indefinição que o autor se pretende colocar, com um trabalho sobre o discurso cientifico e o arquivo, mas também sobre o discurso artístico, um olhar enciclopédico de uma determinada época. A de hoje e a de então…

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Exposição Colectiva de fotografia da várias colecções de 13 de Novembro a 31 de Dezembro no Espaço Chiado 8 em Lisboa.

Cidadela Art District | Exposição Colectiva | [3 ] TRÊS

Sábado, 18 de Outubro às 18:00 – 22:00

Pousada de Cascais – Cidadela Historic Hotel & Art District
2750 Cascais

Pousada Take-Over
Valter Vinagre | David Etxeberria | Pedro Batista | Domingos Rego | Monica De Miranda | André Almeida e Sousa | José Maçãs de Carvalho | Luís Silveirinha | Daniela Antonelli | Paulo Arraiano

Open Studios
Paulo Arraiano convida Sandra Baía Artist | Pedro Matos convida Daniela Antonelli | Susana Anágua convida Orlando Franco | João Paulo Serafim convida André Banha | Duarte Amaral Netto convida João Seguro | Bruno Pereira convida Carlos Farinha e David Rosado | Paulo Brighenti convida André Almeida e Sousa

Galerias
RAW Art Brut Gallery convida Paulo Amores | CINCO / Contemporary Art / Site Specific convida Pedro Cabral Santo | Branco convida Susana Villar | Viarco convida Ricardo Pistola | MAGNÉTICA MAGAZINE convida Ursotigre e Tâmara Alves | Allarts Gallery convida Inez Wijnhorst

Welcome Drink & Dj Lounge das 18h às 22h.
Taberna da Praça – Cidadela Cascais
Pousada de Cascais – Cidadela Historic Hotel & Art District
Video Maping by Ocubo | Festival Lumina
Entrada Livre

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A Lei de Ohm

04 Abr | 08 Jun 2014

Curto Circuito – Museu da Eletricidade (Lisboa)

Curadoria: fazenda/valladares com vivóeusébio

Lei de Ohm é uma exposição que reúne o trabalho de André Cepeda, João Paulo Serafim, Margarida Correia, Renato Ferrão e Susana Gaudêncio. Estes artistas foram convidados pelas curadoras para uma residência artística no Museu da Eletricidade. A demolição de alguns edifícios históricos e a deslocação de espólios e reservas do campus do Museu da Eletricidade motivaram essa residência. Os artistas, durante o ano de 2013, visitaram os espaços, exploraram as suas potencialidades e as dos objetos e documentos neles presentes. As obras produzidas encontram-se agora expostas na Sala dos Condensadores do Museu da Eletricidade, em Lisboa, até ao próximo dia 8 de junho e foram reunidas num múltiplo com edição de 150 exemplares.
http://makingarthappen.com/2014/05/13/lei-de-ohm/

Convite-MeA_web HABITAR A COLECÇÃO 27 MAR | 18 MAI de 2014 com | with Ana Martins, Ana Pérez-Quiroga, Ana Vieira, Carla Cabanas, João Queiroz, João Paulo Serafim, Jorge Queiroz, Luciana Fina, Julião Sarmento, Sara & André comissariado por | curated by Colectivo de Curadores O Colectivo de Curadores, em colaboração com a Casa-Museu Medeiros e Almeida, tem muito gosto em convidar para a inauguração dia 27 de Março de 2014 pelas 18:30h da exposição colectiva “Habitar a Colecção”, apresentando também a nova versão da plataforma www.projectomap.net – Mapa de Artistas de Portugal. http://www.casa-museumedeirosealmeida.pt/ “Habitar a Colecção” é um projecto curatorial que cruza o presente e o passado, criando um diálogo surpreendente entre arte contemporânea e o universo pessoal de António Medeiros de Almeida, nos espaços da sua colecção, outrora sua residência por mais de 30 anos. A exposição, desenvolvida no âmbito do ProjectoMap – Mapa de Artistas de Portugal, apresenta obras dos artistas Ana Martins, Ana Pérez-Quiroga, Ana Vieira, Carla Cabanas, João Queiroz, João Paulo Serafim, Jorge Queiroz, Luciana Fina, Julião Sarmento e da dupla Sara e André. Patente até dia 18 de Maio de 2014 será complementada com uma série de visitas guiadas e encontros com os artistas. No próprio dia 27 de Março será ainda apresentada a nova versão da plataforma online projectomap.net – projecto inédito de pesquisa e divulgação da arte contemporânea, que acolhe hoje mais de 160 artistas contemporâneos activos em Portugal. O site, acessível desde 2011, proporciona uma nova secção dedicada às visitas de atelier de artista realizadas nos últimos três anos pelo Colectivo de Curadores, e mostra imagens do espaço de trabalho dos artistas e excertos da entrevista realizada durante as visitas. Esta nova secção da plataforma permite um olhar privilegiado sobre um espaço muitas vezes privado e inacessível, epicentro das práticas de criação dos artistas do ProjectoMap.

1505674_715027465216163_963014247_nPAVILHÃO 31 | CENTRO HOSPITALAR PSIQUIÁTRICO DE LISBOA
ARTUR MOREIRA | JOÃO PAULO SERAFIM | LUIS CAMPOS | MARIA JOSÉ

DIA 27 PELAS 18.30
28 de Março – 30 de junho
10.00 as 16.00 seg a sex

FLYER_Workshop_OFFLINE24.11 / 08.12.2013

Workshop Internacional OFFLINE – Between Transits and Journeys | artistas em residência

Artistas Residentes:

André Avelãs Andrea Brandão Eugénia Mussa Francisco Vidal João Paulo Serafim Tânia da Fonte Vasco Costa

Bianca Baldi África do Sul Cristina Ribas Brasil Kimathi Donkor Inglaterra Mauro Pinto Moçambique

Sérgio Afonso Angola Monica Frycova República Checa Nayari Castillo Alemanha / Venezuela

Krishna Luchoomun Ilhas Maurícias

Artistas Convidados Fernanda Fragateiro

Curadora Residente Beatriz Lemos

XEREM – Associação Cultural

www.xerem.org

Largo Residências | Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico | Carpintaria São Lázaro

FUGA SEM FIM de Victor Hugo Pontes a partir de uma ideia de João Paulo Serafim | 11 e 12 de Janeiro | 21h30 | Culturgest Fundação Cgd | com Bruno Senune, Liliana Garcia, Marco Da Silva Ferreira, Pedro Rosa e Valter Fernandes

EXPO HOSPITAL

A exposição inaugurará no dia 3 de Novembro às 15h, estando aberta de 3 de Novembro a 2 de Fevereiro, de terças a Sábados, das 12h às 18h, a entrada é gratuita.

Pela primeira vez em Portugal é abordado o tema do hospital numa grande exposição de fotografia e vídeo. Na verdade, qualquer artista encontra no hospital matéria para a sua obra: o hospital é o local onde acontece de forma mais intensa o confronto entre a vida e a morte, é o sítio do nascimento e aquele para onde a morte se deslocou, onde o corpo e os órgãos se degradam e se regeneram, onde o homem biónico se constrói, é um palco privilegiado de observação da natureza humana, onde vidas de sucesso se desmoronam, onde desembocam todas as misérias da condição humana, onde a solidão se expõe com toda a crueza, onde o sofrimento expõe facetas recônditas do comportamento, mas o hospital é tambémedifício, ruína, máquina, tecnologia, arquivo, memória, face, gesto, doença, incapacidade, sequela, embrião, corpo, cadáver, claridade, escuridão, heroísmo, fraqueza, humanidade, desumanidade, alegria, tristeza, desespero…

Esta exposição surgiu como um acontecimento paralelo ao 4º Congresso Internacional dos Hospitais, organizado pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar, que se realizará em Lisboa, de 7 a 9 de Novembro de 2012, e o objectivo foi reunir alguns dos melhores artistas portugueses da actualidade, alguns mais conhecidos outros menos, que têm a fotografia como meio privilegiado de expressão, para concitar no mesmo espaço uma diversidade de perspectivas sobre um objecto

de abordagem artística tão estimulante como é o hospital.

O conjunto das imagens, afirmando-se na diferença, evidencia simultaneamente o esbatimento das fronteiras entre abordagens mais documentais e mergulhadas na realidadecom outras, assumidamente metafóricas, sem uma relação imediatamente perceptível com otema.

Expo Arquivos secretos

Exposição colectiva “Arquivo Secretos” no Arquivo Fotográfico da Câmara Municipal de Lisboa

Patente ao público de 12 outubro a 30 novembro 2012

O Arquivo Municipal de Lisboa – Fotográfico entendeu ser a altura adequada para pôr à vista de todos muito do que, sem ser secreto, se tem mantido desconhecido da população.

Com o sentimento de que a história arquivada de pouco serve se a sua existência não for conhecida e ainda com a ideia, peregrina para muitos, de que a tradição ainda deve ser o que sempre foi, tem em mostra pública uma exposição a que chamou “Arquivos Secretos” e que mostra, através da visão de 18 artistas plásticos, muito do que historiadores, cientistas ou simplesmente o público interessado, podem encontrar de extraordinário no imenso espaço de arquivos espalhado pelos vários locais ocupados pelo Arquivo Municipal.

Inauguração da Exposição “Arquivos Secretos” from Câmara Municipal de Lisboa on Vimeo.

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Exposição individual de João Paulo Serafim no CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura

Inauguração / Opening

14 de Julho às 18h00

15.07-29.07.2012 (14:30-19:00)

O vídeo de João Paulo Serafim “A Possibilidade de uma Fuga” é apresentado na galeria #3 do CAAA (Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura) em Guimarães, Capital Europeia da Cultura 2012

Transpondo as fronteiras da fotografia e do plano bi-dimensional, o artista integra o espaço, a dança e a imagem em movimento para criar um diálogo entre campos artísticos e media diferentes. Através do registo vídeo, João Paulo Serafim cruza as artes plásticas, a criação teatral a dança e o cinema. Nesta versão do vídeo que já fora apresentado em 2011 no espectáculo « Fuga sem fim » o artista põe em causa a habitual narrativa ligada ao cinema e através de sucessão de planos, da dupla projecção e da repetição aliada a aleatoridade, cria uma atmosfera performativa e infinita.

Um longo corredor, como se de um ponto de fuga se tratasse, é central nesta obra, um arquivo com estantes repletas de caixas arquivadoras e livros de registo –aparentemente – marca o nosso campo de visão e a acção que nele se desenvolve. A cenografia e a coreografia que aqui acontecem e interagem, propõem levar-nos a questionar, de uma forma poética e súbtil, a nossa relação com a memória e o registo da memória colectiva, temáticas também centrais na obra do artista.

Curadoria : Projectomap

Local / Place

CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura

Rua Padre Augusto Borges de Sá,

4810-523 Guimarães, Portugal

google maps

geral@centroaaa.org

www.centroaaa.org

253 088 875

 

Estreia em Lisboa do video “FUGA SEM FIM #2″ na Galeria Baginski no dia 11 de Janeiro de 2012 das 19h00 às 21h00.
Realizado em 2011 e que se insere na presente mostra de João Paulo Serafim
” A colecção é uma forma prática de memória ( Arquivos do MIIAC).
16.11.2011 a 12.01.2012

 

 

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Nesta mostra João Paulo Serafim dá a conhecer parte dos arquivos do MIIAC , que tem como como missão a preservação, organização e revisitação de um espólio iconográfico neste caso fotografias anónimas que foram doadas, adquiridas ou simplesmente encontradas. Esta proposta de arquivo aparece numa prática diária que se mantém a longo de anos, a necessidade de resgatar imagens condenadas ao esquecimento tornou-se imperativo para o artista. Num segundo tempo o artista propõe um percurso pela ideia de “Arquivo” num sentido mais lato, espaços que representam depósitos de memórias, tais como acervos, reservas, bibliotecas, armazéns, palacetes, museus … O que interessa ao artista é a possibilidade ficcional e de memoria colectiva destes materiais e o cruzamento de varias linguagens e que se prolonga no site do MIIAC

Para a Companhia Instável estreia no Centro Cultural Vila Flor, no dia 4 de Novembro às 22:00, a mais recente peça da companhia, dirigida por Victor Hugo Pontes, a partir de uma ideia de João Paulo Serafim.

A fuga é um impulso recorrente no ser humano, com reminiscências ancestrais e projecções futuras – o homem foge desde sempre, quer seja de um território, de uma circunstância histórica, das outras pessoas, da guerra, do compromisso, da miséria, do amor, de si próprio. Fuga Sem Fim centra-se na reflexão sobre o acto criativo, quer enquanto «artefacto», «construção deliberada», «ficção», «simulacro de realidade», quer enquanto procura de uma saída, de várias respostas, da ideia de fuga como exemplo de afirmação – e do seu contrário.

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Composta por obras da colecção do CAM, esta exposição propõe um espaço alternativo de reflexão, com uma selecção de obras ancorada no imaginário adolescente, com as suas angústias, perturbações e fantasias, mas também ligada às questões da identidade e da sua determinação neurobiológica, cultural e psíquica. Inclui obras de artistas como Ana Jotta, João Pedro Vale, Noé Sendas, Nuno Cera, Paula Rego, Sérgio Pombo e Teresa Magalhães, entre muitos outros.

Curadoria: Leonor Nazaré

Exposição está associada ao Fórum Gulbenkian Saúde 2011 (dias 25 e 26 de Outubro), dedicado ao tema “Labirintos da Adolescência — Roads to Whatever”.

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O Consolo da Pintura

Definir o que constituía uma pintura costumava ser um exercício bastante elementar: tinta sobre uma superfície plana e circunscrita – tela ou madeira. Simples. Actualmente, esta definição parece obsoleta ou, pelo menos, bastante incompleta. Deixou de ser possível afirmar o que é pintura utilizando estes termos: o Cubismo, por exemplo, demonstrou-nos que é possível substituir a tinta por outros materiais, como recortes de jornal, continuando a pintura a ser pintura; e também a superfície plana foi há muito questionada (basta pensarmos nos quadros-relevo de Picasso ou nas obras de Rauschenberg). O que faz, então, uma pintura ser uma pintura? Esta questão, que foi talvez das mais centrais e centralizadores de toda a epopeia modernista, continua a ocupar um lugar determinante nas preocupações artísticas contemporâneas.
Num texto seminal da historiografia da arte, The End of Art, Arthur C. Danto defendeu a morte da arte enquanto definida por critérios rígidos e centrados em torno de uma narrativa evolutiva de progresso. Foi este teórico quem, mais tarde, avançou com a expressão “arte-depois-da-morte-da-arte”, cujas exactas definição e estrutura são, a seu ver, ainda desconhecidas. O surgimento deste conceito não equivale à exaustão da arte ou, em particular, da pintura, mas exactamente ao inverso. É precisamente a vitalidade que se testemunha na pintura, a sua capacidade de se questionar a si mesma e, de forma inigualável, de se reinventar que levou Danto a criar esta conceptualização. Afirma Yve-Alain Bois, no seu livro Painting: the task of mourning, que, “se alguma pintura está por vir, se novos pintores estão ainda por conhecer, eles surgirão pelos caminhos menos esperados.”
São estes ‘caminhos menos esperados’ que são apresentados nesta exposição. uma exposição sobre a pintura mas sem pintura. Sobre a história da pintura mas profundamente actual. Uma exposição de canibalismo histórico, uma vez que a maior parte das obras aqui apresentadas (umas de forma mais directa do que outras) se apropriam de obras ou momentos específicos da história da pintura.
O título reflecte a ideia de que a longa tradição a pintura oferece ao artista contemporâneo (quer este seja pintor, escultor, fotografo…) um consolo de não se sentir só, ou desamparado. Há atrás de si uma longa lista de artistas e de obras que proporcionaram o lugar que hoje ocupa.
Disse Duchamp que a Arte é um jogo entre todas as pessoas e todas as épocas. E é exactamente este exercício que se joga nas salas do Espaço Tranquilidade.

Filipa Oliveira

Espaço Arte Tranquilidade – Rua Rodrigues Sampaio nº 95

Até 7 de Abril, o Espaço Arte Tranquilidade, em Lisboa, recebe “O Consolo de Pintura”, mostra colectiva de sete artistas

Trabalhos que “se apropriam de obras ou momentos específicos da história da pintura”. É assim que Filipa Oliveira, curadora da exposição “O Consolo de Pintura”, define a série de trabalhos de sete artistas das galerias Baginski, Filomena Soares e Miguel Nabinho, que pode ser vista até 7 de Abril no Espaço Arte Tranquilidade. Ana Jotta, Carlos Correia, Freek Wambacq, João Paulo Serafim, João Pedro Vale, Miguel Ângelo Rocha e Rodrigo Oliveira são os artistas representados.

«A Culpa Não é Minha» é o título da mais recente exposição que vai estar patente no Museu Colecções Berardo, no CCB, entre 13 de Setembro de 2010 e 9 de Janeiro de 2011. Ao todo são mais de 400 obras cedidas pelo coleccionador privado António Cachola. Esta colecção, considerada uma das maiores de arte contemporânea portuguesa, reúne obras como a que dá nome à exposição: «A Culpa Não é Minha», de João Pedro Vale.
A colecção António Cachola, em depósito no Museu de Arte Contemporânea de Elvas, será apresentada pela primeira vez em Lisboa e pretende espelhar o panorama artístico contemporâneo português através da observação de obras de artistas de plano internacional, de que se contam, entre outros, Rui Sanches, José Pedro Croft, Manuel Rosa, Pedro Proença, Xana, Ângela Ferreira, Pedro Calapez, Manuel Botelho, Edgar Martins, Francisco Vidal, Sofia Areal, Ana Vidigal e João Paulo Serafim entre outros artistas.

 

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